As mudanças climáticas deixaram de ser apenas um tema ambiental e passaram a ocupar um papel central na estratégia e na gestão financeira das organizações.
- Riscos
de transição: associados a políticas públicas, mudanças regulatórias,
avanços tecnológicos, dinâmica de mercado e reputação.
- Riscos
físicos: eventos agudos (como enchentes, ondas de calor e
tempestades) e crônicos (como elevação do nível do mar e mudanças
de padrões climáticos).
- Ganhos
de eficiência no uso de recursos
- Transição
para fontes de energia mais limpas
- Desenvolvimento
de produtos e serviços sustentáveis
- Acesso
a novos mercados
- Fortalecimento
da resiliência do negócio
- Receitas e despesas (DRE)
- Fluxo de caixa
- Ativos, passivos, capital e financiamento (Balanço Patrimonial)
Em outras palavras: clima afeta valor, desempenho e
continuidade do negócio.
Integrar clima à estratégia não é apenas uma boa prática de sustentabilidade — é uma decisão essencial de governança, gestão de riscos e alocação de capital.
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